
O VENTO
O Vento é um álbum sobre aquilo que muda enquanto ainda tentamos reconhecer o que permaneceu.
É um trabalho de observação e maturidade, construído menos a partir de grandes respostas do que da percepção de que determinadas experiências deixam marcas — e de que encontrar um novo equilíbrio não significa apagar aquilo que aconteceu.
Ao longo de 14 faixas, a obra atravessa perda, memória, permanência, deslocamento e transformação. Pequenos acontecimentos, ausências e mudanças aparentemente discretas vão alterando a paisagem interna até que já não seja possível retornar exatamente ao mesmo lugar.
O Vento olha para o que passa, para o que fica e para aquilo que aprendemos a carregar.
FAIXAS:
Há Uma Rara Delicadeza no Comum
A Notícia
Nenhum Norte
Os Mesmos Lugares
A Próxima Hora
A Vontade de Permanecer
Uma Pequena Mudança
A Armadilha do Acolhimento
As Sombras
O Retorno ao Presente
O que Permanece
A Marca da Cicatriz
O Novo Equilíbrio
O Vento — Epílogo
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ÉRAMOS PLURAL
Éramos Plural nasce da inquietação diante de uma sociedade que parece desaprender a conviver com a diferença.
Em 15 faixas, o álbum atravessa intolerância, medo, violência, manipulação, fé, informação, ignorância e os mecanismos que transformam divergência em hostilidade. O olhar é crítico, mas não distante: as questões políticas e sociais aparecem como forças que atravessam relações, corpos e modos de existir.
O título contém também uma pergunta incômoda. Se um dia fomos capazes de reconhecer a pluralidade como parte da vida coletiva, em que momento passamos a tratá-la como ameaça?
Éramos Plural não procura simplificar esse conflito. Procura expô-lo.
FAIXAS:
Éramos Plural
A Geometria do Chumbo
A Teodicéia do Mercado e o Algorítimo do Amém
O Inventário dos Bezerros de Aluguel
A Arqueologia do Vazio e os Profetas do Algorítimo
O Medo que Farda
Laboratório de Giz
O Grande Sítio do Mundo
O Sangue no Chão
A Fábrica da Ignorância
Ele Me Chama de Mulher — E Não é Pra Dançar
Respira
Onde Foi Parar a Lucidez?
O Grito e o Limite
Paladino Podre
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CAOS!
CAOS! reúne 14 faixas atravessadas por memória, identidade, violência, resistência, desejo, sobrevivência e recusa.
É um trabalho construído a partir do confronto com aquilo que tenta enquadrar, apagar, corrigir ou domesticar uma existência. Algumas faixas recuperam histórias coletivas; outras voltam-se para experiências íntimas. Em comum, permanece a necessidade de afirmar que memória também é território de disputa.
O caos do título não é apenas desordem. É também o lugar onde certezas se rompem, versões convenientes deixam de funcionar e aquilo que foi empurrado para as margens volta a ocupar espaço.
CAOS! não procura pacificar essas tensões. Assume-as como matéria da obra.
FAIXAS:
Sobreviventes
Wake Up! Stonewall Truth
O Homem Que Me Fiz
Memória É Resistência
Fogo e Orgulho
O Monstro Que Não Vive Em Mim
Liberte-se!
O Inventário Das Sombras Adestradas
Oásis e Tempestade
Belchioriana N°1
Belchioriana N°2
O Abismo Tem Dono
Sócios do Caos
Círculo Fechado
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